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Helio Chaves

Biografia:

Hélio Chaves foi um dos grandes nomes da cultura petropolitana em todos os tempos, por valor próprio, por ascendência (seu pai foi Reynaldo Chaves, ícone petropolitano do teatro, da música, da poesia); sua irmã Mariazinha é professora de música, grande pianista e cantora lírica, viúva de Wolney Aguiar, também escritor, poeta, compositor de música, criador da Banda Marcial do Cenip, cantor lírico,
foi tio e grande protetor e incentivador do sobrinho Ernani Aguiar, maestro e compositor muito conhecido nos meios musicais..
Pseudônimo: Hélio Chaves
Ano de Nascimento: 1912
Local de Nascimento: Petrópolis, RJ
Ano da Morte: 2010
Local da Morte: Petrópolis
Fonte: COUTINHO, Afrânio; SOUSA, J. Galante de. Enciclopédia de literatura brasileira. São Paulo: Global; Rio de Janeiro: Fundação Biblioteca Nacional, Academia Brasileira de Letras, 2001: 2v.
Poeta, contista, romancista, ensaísta, crítico, jornalista, professor, membro da Academia Petropolitana de Letras, Academia de Letras do Rio de Janeiro e Pen Clube Brasil.

Obras do Autor Cadastradas Título da Obra Gênero Ano / Sec. Acesse a Obra Críticas A Canção da vida 1950 A Escada do triunfo 1952 Céu de espumas 1953 Cintilações 1956 Cortejo de estrelas 1960 Estrelas cadentes 1955 Florações 1952 Livro da minha alma 1949 Luz crescente 1954 Miragens 1947 Mosaicos 1949 Olavo Dantas, poeta universal 1972 Oliveira e Silva, o homem e o ético na poesia 1975 Os três caminhos do homem 1960 Pensamentos 1955 Pirilampos 1950 Reminiscências 1977 Sociologia da história 1953 Sonetos 1961 Uma família burguesa 1952 Versos condenados 1951

Trabalhos:

UM PAR

Um par: é o passado! Nada vejo,
exceto o que ficou já tão distante:
madrugada a sonhar, o meu desejo,
agora sombra em derradeiro instante.

E que saudade, torturando o ensejo,
um verso, que morreu, em luz cantante,
miragem do ideal, formoso, beijo,
mágica valsa, em musical dançante!

Um par! Salão vazio, nada mais.
Murmura a orquestra a última canção
daquele amor sublime como a paz!

Mas um soluço triste e quase mudo
inda ilumina o pobre coração.
Silêncio! É na mudez que se diz tudo!